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A Nuvem

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capanuvem

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Ficha técnica

6.95

* O preço final inclui 10% de desconto do editor (válido até 31/12/2023).

A Nuvem podia ser apenas a história de um dia em que o vento desapareceu e uma nuvem se instalou no céu, mesmo por cima de uma estrada. Mas, na verdade, é um texto alegórico que convida os leitores a reflectirem sobre o tempo em que vivemos.

O que aconteceu, então, depois de esta nuvem surgir no céu? Ficou lá, dias a fio, estática, sem alterações. É claro que foi logo considerada um fenómeno e, como é sabido, hoje em dia, os fenómenos depressa se espalham e chamam a atenção de toda a gente. A especulação começou: seria milagre, prenúncio de catástrofe ou somente poluição? As teorias multiplicaram-se e a discórdia não tardou. Até que, um dia, um outro dia, a desconcertante ordem natural das coisas acabou por se impor…

A Nuvem é o primeiro livro para a infância de Rita Canas Mendes, que é também autora do texto de O Que Vem a Ser Isto? A História de um Objecto Surpreendente. Quem desenhou A Nuvem foi João Fazenda que, no Pato Lógico, para além de ser o autor de Dança, é também o ilustrador de Fernando Pessoa. O Menino Que Era Muitos Poetas, de Atento ao Medicamento e de Ilha dos Diabretes.

A Nuvem por Rita Canas Mendes

«Comecei a escrever A Nuvem em 2009, mas não acabei a história. Aliás, até me esqueci dela. Depois, em 2015, enquanto mexia em vários papéis, voltei a encontrá-la e entusiasmei-me com a ideia. Terminei logo o texto e fui perguntar ao incrível João Fazenda se queria ilustrá-lo. Ele aceitou e eu fiquei radiante! Depois, conversámos com o Sr. Pato Lógico e ele também gostou do projecto. Portanto, o livro foi publicado em 2018, mas começou tudo em 2009. Ou se calhar não. Vendo bem, esta nuvem é muito mais antiga. Na verdade, acho que comecei a escrevê-la quando tinha 9 anos. Foi por volta dessa altura que, um dia, num passeio que estava a dar com o meu pai e a minha irmã, olhei para o céu, muito nublado, e vi raios de sol a saírem disparados de trás das nuvens. Apontei e disse: “Pai, é milagre!” Porque aqueles raios de sol faziam mesmo lembrar os desenhos sobre milagres. E o meu pai respondeu: “Pois é, filha, claro que é um milagre, a natureza está cheia de milagres.” Fiquei surpreendida com a resposta, mas percebi que ele tinha razão. Ora, eu não pensei em nada disto enquanto escrevia a história, mas é engraçado ver como as coisas estão ligadas. O que liga tudo é a nossa imaginação, a nossa capacidade de contar histórias e de ver significados e relações. Um pouco como quando olhamos para uma nuvem e vemos um cachalote.»

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