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Um Milhão de Rebuçados

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Ficha técnica

7.25

* O preço final inclui 10% de desconto do editor (válido até 31/12/2023).

Por vezes, há momentos em que parece que é fácil fazer amigos. Em tempos difíceis, por exemplo, quando algumas pessoas estão mais atentas aos outros.

Foi o que aconteceu com Álvaro Matias e o Dr. Bayard durante a Segunda Guerra Mundial. Nesse período terrível da História, Álvaro, que era natural de uma aldeia do concelho de Almeida, trabalhava numa mercearia lisboeta, onde o farmacêutico francês Dr. Bayard, refugiado em Lisboa, costumava fazer compras. Trocaram aulas de francês por comida e vice-versa, e assim nasceu uma amizade.

A história desta amizade foi entretanto descoberta por um rapaz que a foi conhecendo à medida que devorava rebuçados – os rebuçados que Álvaro aprendeu a fazer seguindo a receita que o Dr. Bayard lhe ofereceu, numa pequena lata, como forma de agradecimento, antes de regressar a França.

Consta que esse rapaz teve de comer centenas de rebuçados para conhecer os pormenores da história. Deixou tudo registado no livro Um Milhão de Rebuçados, com texto de Inês Fonseca Santos e ilustrações de Marta Monteiro, publicado pelo Pato Lógico em parceria com a Dr. Bayard, assinalando o 70.º aniversário da marca que tem adoçado o paladar de gerações, rebuçado a rebuçado.

Inês Fonseca Santos é também autora dos livros Dança, da colecção de Atividários, José Saramago. Homem-Rio e António Variações. Fora de Tom, ambos da colecção Grandes Vidas Portuguesas, uma co-edição Pato Lógico e Imprensa Nacional. Marta Monteiro criou, para o Pato Lógico, o livro Sombras, da colecção Imagens Que Contam, e também ilustrou Ana de Castro Osório. A Mulher Que Votou na Literatura, da colecção Grandes Vidas Portuguesas.

Um Milhão de Rebuçados por Inês Fonseca Santos

«Sou muito gulosa. E não estranhei quando um livro sobre a história da marca de rebuçados que devorava quando era miúda me veio parar às mãos. “Não estranhei” é como quem diz “delirei”… Sem sequer saber que a história dessa marca de rebuçados tinha outra dentro: a história de uma amizade,outra das coisas em que sempre fui viciada, essa forma desprendida de amor que une dois seres. Inventei, então, um rapaz capaz de gostar tanto quanto eu de rebuçados e de uma boa amizade. Com ele na cabeça e no coração, mas ainda longe do papel, entrei pela primeira vez numa rua da Amadora perfumada com o cheiro da infância para visitar a Fábrica de Rebuçados Dr. Bayard. Descobri máquinas espantosas, como uma que embrulha rebuçados a uma velocidade incrível, e, mais importante, redescobri como a generosidade e a perseverança, nos tempos mais sombrios e adversos, se podem transformar num destino.A minha dúvida, aparentemente redundante, foi sempre: como tornar aquilo que já é uma boa história numa boa história? Para desmontar a dúvida, pus-me a comer rebuçados. E as palavras colaram-se-lhes com vontade. Já tentei usar a mesma técnica com outros livros. Não funcionou. Cada história tem o seu alimento.»

Um Milhão de Rebuçados por Marta Monteiro

«Este livro tem o sabor das memórias da minha infância. Ilustrá-lo, acompanhada pela história da vida do Sr. Álvaro, foi como regressar a esse tempo.»

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