A Fénix e o Unicórnio. A Historia que Ulisses Não Contou

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A Fénix e o Unicórnio. A Historia que Ulisses Não Contou

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Ficha Técnica

  • Colecção: Museu Casa da Moeda
  • Ano de Publicação: 2025
  • Número de Páginas: 64
  • ISBN: 978-972-27-3269-7
  • Dimensões: 21 x 27 cm

Há treze anos longe de casa, Ulisses anseia pelo dia em que reencontrará a família que deixou para trás. Enquanto recupera forças, com os seus companheiros, na ilha da feiticeira Circe, Hermes, o mensageiro dos deuses, conta-lhe que há um unicórnio em Ofiússa — a terra dos adoradores de serpentes — e que o seu corno poderá ser a solução para acalmar a fúria de Posídon, o deus dos mares. Só que Ofiússa fica muito distante da ilha de Circe.

Será Ulisses capaz de lá chegar? Que desafios terá de enfrentar para obter o corno? E quem são os misteriosos adoradores de serpentes?

Para celebrar os mitos que unem as gerações desde a Antiguidade até aos dias de hoje, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda lançou uma série de moedas comemorativas dedicadas a heróis e criaturas mitológicas e, agora, este livro. Descobre-os e embarca nesta aventura que se estende desde a Grécia Antiga até ao território onde hoje se encontra Lisboa.

A Fénix e o Unicórnio. A História Que Ulisses Não Contou com texto de Rodrigo Vieira Dias e ilustrado por Bernardo P. Carvalho, é editado pela Imprensa Nacional em parceria com o Museu Casa da Moeda. O design e a direcção de arte são do Pato Lógico.

A Fénix e o Unicórnio. A História Que Ulisses Não Contou por Rodrigo Vieira Dias

«Conhecem o sentimento de querer muito falar com alguém de quem gostamos, mas recearmos estragar tudo? Foi assim que recebi o convite para escrever este livro. O que é que ainda há para escrever sobre Ulisses? Como fugir da imagem da fénix do Harry Potter? E poderia o unicórnio voltar a ser um animal indomável e não uma empresa bilionária? Se ia escrever sobre estes arquétipos universais, então apostaria numa aventura que o Rodrigo de doze anos tivesse gostado de ler.

Comecei a pesquisa pelas origens. Estudei a Odisseia, uma biografia não natural da Fénix e um calhamaço sobre o mito do Unicórnio. Havia um contexto comum entre as três personagens: a Grécia antiga. A aventura começava a ganhar contornos.

Por coincidência, enquanto eu planeava o livro, os meus filhos andavam viciados nas músicas de EPIC: The Musical, uma reinterpretação da Odisseia. Em conversa com eles, dei conta que Ulisses passa um ano a descansar na Ilha de Circe e que nada acontece nesse período. Perguntei-me: e se esta aventura tivesse acontecido durante esse ano, mas por alguma razão Ulisses a tivesse ocultado aos Feácios? E foi assim que encontrei a ponta do novelo que fui desfiando para escrever a história que Ulisses não contou.

Durante a minha pesquisa, o mito de Olissipo ter sido fundada por Ulisses perseguiu-me. Perguntei-me se poderia ser essa a história que Ulisses não contou. Não podia. Essa história está contada. Mas Ulisses não parava de me aparecer nos jardins de Lisboa. Tinha de o trazer até à minha cidade. Então alarguei a pesquisa para a mitologia lusitana e deparei-me com Atégina. Foi como descobrir a peça que faltava no puzzle.

Quando finalmente me sentei com a equipa que criou este livro, na centenária biblioteca da Imprensa Nacional, sentia-me um pequeno hobbit perante o Conselho de Elrond: nervoso e deslumbrado. Conheci o meu cocriador Bernardo Carvalho. A sua experiência, generosidade e arte foram muito importantes para o resultado do texto. Seguindo o seu conselho, cortei o início e o fim, e o texto ganhou força. À medida que fui vendo as ilustrações nascerem fui-me comovendo com o que estávamos a criar juntos. Meses depois, por entre périplos para que o texto e a imagem funcionassem em conjunto, chegámos a casa.

Criar um livro é em si mesmo uma odisseia e sinto-me grato por ter tido estes companheiros de viagem.»

Ficha Técnica

  • Colecção: Museu Casa da Moeda
  • Ano de Publicação: 2025
  • Número de Páginas: 64
  • ISBN: 978-972-27-3269-7
  • Dimensões: 21 x 27 cm